ORELHÃO MÁGICO OI

oi_orelhao natalAcho que eu deixei de acreditar no Papai Noel cedo demais. Curiosa que sempre fui, resolvi fuçar nos presentes de Natal que a minha mãe havia escondido cuidadosamente. Tinha um lá sem nome, com o formato do brinquedo que eu tanto queria. Memorizei aquele embrulho colorido até o momento de receber os presentes que o Papai Noel havia me trazido. Então, a minha suspeita se confirmou: o presente escondido no fundo do armário da minha mãe, era o mesmo que o Papai Noel me trouxe. Foi assim que acabou a magia do Natal para mim. Ninguém me contou e estragou a minha festa, descobri sozinha. Me lembro, mesmo após isso, de olhar através da janela do banheiro e procurar um trenó no céu. Mas nunca vi. Eu queria voltar a acreditar, eu queria que algum evento mágico me tocasse, mas nada. Acho que foi um marco importante da minha infância.

Então, na infância dos meus filhos, procuro cultivar ao máximo a magia do Natal, representada também pela figura do Papai Noel. Nesse ano, eles escreveram cartinhas e colaram com durex no meu armário. Em um certo dia, as cartinhas sumiram, eles quiseram saber o que havia acontecido com elas. Contei que haviam sido enviadas ao Papai Noel. Vi 3 pares de olhinhos brilhando. Temos o costume de preparar a casa para a chegada do Papai Noel. Além da árvore de natal, da decoração, costumamos deixar leite e biscoitos para o Papai Noel e cenouras para as renas. Eles curtem muito todos esses momentos, olhos brilhando sem parar, desde os preparativos até a manhã do dia 25 de Dezembro, quando corremos para a sala ainda de pijamas e encontramos biscoitos e cenouras mordidos, o leite bebido e os tão esperados presentes de Natal!

oi_orelhao natal6

Quando fui procurada para compartilhar com os meus leitores a ação de Natal da Oi, não pensei duas vezes antes de aceitar. Para resgatar a magia do Natal, a Oi resolveu realizar um dos sonhos de toda criança: falar com Papai Noel. Assim, foi criado o Orelhão Mágico da Oi. Crianças que caminhavam com suas mães em uma rua do Rio de Janeiro eram convidadas a participar da brincadeira.  Do outro lado da linha, estavam verdadeiros bons velhinhos: atores aposentados do Retiro dos Artistas assumiam o papel. Além do papo inesperado, as crianças ainda eram surpreendidas por duendes, presentes e diversos momentos especiais. A brincadeira divertiu também as mães e as pessoas que passavam pelo local. Uma projeção feita na fachada do prédio do Oi Futuro mostrava uma estrela brilhante formar uma árvore de natal. A ação também contou com a presença de um coral da comunidade do Cantagalo e neve fictícia, que dava um toque ainda mais mágico ao instante.

Assista aqui ao video do Orelhão Mágico.

Além disso, a Oi está com o telefone (21) 2243-2012 disponível para quem quiser ouvir uma mensagem do Papai Noel. A ligação pode ser feita pelo telefone fixo ou orelhão e parte do valor da chamada será revertido em doações para o Retiro dos Artistas e para o Coral do Cantagalo. Nós já ligamos 3 vezes! Cada um dos meus filhos fez questão de telefonar para o Papai Noel, ouvir a mensagem dele e um ho-ho-ho de verdade!

Espero que vocês curtam essa ação tanto quanto eu!

Um Feliz Natal mágico a todos vocês!

(Esse post é um publieditorial)

Dê sua opinião também » 2 já comentaram.


Droga de Iemanjá!!

A minha avó materna era aquela pessoa bem prática na hora de resolver e comprar os presentes de Natal de todos os muitos netos: entrava em uma única loja e comprava tudo de uma vez. Não se preocupava com os gostos ou com as idades super variadas dos netos.

Teve o ano do pijama e todo mundo ganhou a tal roupinha de dormir. Teve ano da meia, do maiô, da roupa de cama, das toalhas de banho, tudo igual para a netaiada! (Infelizmente, não me lembro do ano da bicicleta ou do vídeo game…).

Dois anos me marcaram mais: um, em que ela deu avental de cozinha para todas as netAs. Ninguém estava com os pés no altar, mas ela disse que já estava pensando no enxoval de cada uma. O outro ano marcante foi o que a minha avó imaginou que seria o seu último e resolveu doar as suas próprias coisas, louças, cristais e afins. Mas, detalhe: ela etiquetou cada um dos presentes e nos mostrou os nossos nomes em copos, pratos e pratas. Era nosso, cada neto tinha o seu nome em uma etiqueta, mas só teríamos o verdadeiro direito ao presente quando ela se fosse.

As etiquetas chegaram a amarelar de tanto que demorou e ainda bem que foi assim. Muitos anos depois, recebi um lindo jogo completo de copos de cristal.

Isso foi só um parênteses, pois o que eu queria contar mesmo foi do ano em que ela resolveu presentear as netAs com bijus. Eu devia ter uns 15 anos e ganhei um brinco de ouro branco, com pérolas e brilhantes. Quer dizer, eu achava que era isso tudo, aos meus olhos era e sempre será, mas não era jóia, gente, era uma biju linda!

Saí daquele Natal de brinco novo e lá fui passar o ano novo brilhante e perolada. O Revéillon seria na praia e a nossa anfitriã tinha o hábito de jogar oferendas para Iemanjá à meia-noite do dia 31. Ela levava flores, perfumes, sabonetes e outras coisas para enfeitar a Rainha do Mar.

Confesso que nunca fui fã dessa prática e espiava tudo de canto de olho. A anfitriã observava e compreendia a minha postura, mas vivia me alertando:

- A gente precisa agradar Iemanjá, senão ela toma para si o que gostar.

Ba-ta-ta! No dia seguinte, o primeiro do ano, era uma vez um brinquinho de ouro branco com pérolas e brilhantes. Fake, eu sei, mas me dói até hoje, tanto que tenho guardado em uma caixinha de jóias um única brinco desparelhado até hoje.

*****

Nesse último Natal que passou, o Joaquim ganhou da bisavó uma floresta cheia de bichos. Pertence àquela marca cujo slogan diz “um mundo de aventuras” e, de fato, proporcionou muitas brincadeiras e diversão. Tem macaco, hipopótamo, onça, tucano, gorila e tudo o que é bicho. Joaquim curtiu e se apegou tanto que resolveu levar a onça para passear na praia. Mas, brincar na areia não foi o suficiente, resolveu levar para o mar. Segurou firme, mas veio o braço da Rainha do Mar em uma onda daquelas e pronto! Era uma vez uma onça de um mundo de aventuras.

Ele me perguntou trocentas vezes se nunca mais veria o brinquedo, com quem a onça ia morar a partir do momento daquela onda devastadora, se ela aprenderia a nadar, se um tubarão a comeria e se o Nemo poderia ser amigo da onça.

Filho, não sei, mas te digo que o dia 2 de fevereiro nunca será um dia de comemoração para mim e nem para você…

Dê sua opinião também » 5 já comentaram.