O BALANÇO DAS FÉRIAS

Acho que as férias começaram de verdade após uma conversa comum com um tio-avô das crianças. Ele me disse que “criança muda de patamar nas férias” e eu tomei aquela frase como uma verdade absoluta.

Mãe de três e ansiosa que sou, observei durante todos os dias desses dois meses de férias se houve alguma mudança de patamar. Mais ainda,  o que haveria lá em cima desse novo patamar?

O novo patamar da Manu é bastante explícito: a mocinha aprendeu a nadar! Criou coragem, adquiriu segurança, bate os bracinhos e as perninhas sem parar atravessando a piscina inteira! Grande conquista, que me emociona a cada braçada, mas tem um aspecto interessante aí. Sabe, faz tempo que me dedico às aulas de natação das crianças, duas vezes por semana. Faz mochila, acorda cedo, arruma todo mundo, leva, assiste à aula, torce, incentiva, tira da piscina, dá banho, troca, arruma, seca o cabelo, penteia… E, apesar de todos os meus esforços, Manuela morria de medo, ficava agarrada ao pescoço da professora e não se soltava ou se arriscava por nada. Bastou o Maridinho se dedicar intensiva e integralmente às aulas de natação na piscina ao longo  das férias e, surpresa!!! A menina aprendeu a nada em poucos dias! Enfim, fecha parênteses, assunto para outro post.

Voltando aos patamares, fiquei caçando os dos meninos. A verdade é que não aconteceu nada grandioso como aprender a nadar, entendem?! Estaria a minha verdade absoluta fracassando? Foi na última noite da nossa viagem, quinze dias na praia, só nós cinco, em que eu deitei a cabeça no travesseiro e comecei a retomar tudo o que fizemos durante esses deliciosos dias. Caramba, quantos patamares! Como foi que eu os perdi e não os identifiquei antes? Ou na hora em que aconteceram? Nem consegui registrá-los  em foto ou vídeo…

As férias nos proporcionaram dias sem pressa, rotina, compromissos e nem mesmo rigidez de horários. O oposto disso tudo é aquela correria maluca do dia-a-dia, em que crianças ainda pequenas têm hora pra comer, tomar banho, brincar, dormir e etc. O meu maior erro nesses momentos é de botar a mão a fundo na massa e fazer tudo por eles, justamente para não perder a hora. Quando eu pude “perdê-la”, descobri que eu não preciso fazer nada pelos meninos, ou muito pouco. Esses moleques comem sozinhos, tomam banho por conta própria, assim como se vestem! Querem mais patamares do que esses incríveis três? Ok! O Joaquim e o Pedro adquiriram um humor mais maduro, digamos assim. Agora entendem a graça das piadas e saem contando as que aprenderam por aí. É realmente muito divertido e passamos alguns jantares rolando de rir com eles e com as piadinhas para crianças!

Aprenderam também técnicas mais “avançadas” para construir castelos de areia mais fortes e poderosos. Há outras técnicas: as de caçar siri e peixinhos nos baldinhos (que depois são devolvidos para a natureza, como implora a exigente Manu!).

Aprenderam a negociar e questionar com maestria, nada passa batido: da sobremesa, ao restaurante, ao sabor do picolé, tu-do, tu-do é motivo de questionamento e negociação, naquela eterna canseira de argumentação que os pais conhecem melhor do que ninguém.

Mais do que tudo isso, os meus filhos são companheiros. Não apenas entre si, mas para nós, os pais. Eu nunca imaginei que uma fase com essa aconteceria tão cedo na minha experiência com a maternidade. Achei que viria bem mais para frente, passada a “rebeldia” da adolescência, os filhos já adultos, esses sim seriam companheiros. Eu estava muito errada e, que bom! É uma sensação inexplicável essa de enxergar os filhos como companheiros. E que isso não seja uma fase, desejo que não passe nunca e que seja a minha outra verdade absoluta.

O companheirismo, ou a minha verdade absoluta.

O companheirismo, ou a minha verdade absoluta.

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UM FILTRO A MAIS

Já faz tempo que eu criei, no meu computador, uma pasta chamada “rascunhos mamãe tá ocupada!!!”. Outro dia, fui olhar o que estava ainda no formato rascunho e me dei conta que são muitos, mas muitos posts inacabados. Estranho isso, já que eu sempre publiquei tanto e continuo escrevendo quase que diariamente. Só que eu não consigo terminar os meus textos e publicá-los. Então, munida de coragem e disposição, resolvi eliminar os rascunhos e finalizar todos os textos para agitar o blog.

Missão impossível, gente!

No entanto, entendi uma série de coisas a respeito dessa “lentidão bloguística”.

A minha verdade-verdadeira é que a maternidade atingiu um nível em que não é mais possível compartilhar, contar, narrar, relatar e perguntar tudo o que se quer.

Outro dia, eu estava no maior papo com um grupo da minha família no whatsapp e a Manu estava do meu lado, lendo e acompanhando as mensagens. Daí, ela me fez uma pergunta sobre o assunto em questão e eu lancei a pergunta dela para a minha família. No instante em que leu a mensagem enviada, Manuela se manifestou bravamente:

- Ei, Mamãe, não era para falar isso pra eles!

Ei * Mamãe * não * era * para * falar * isso * pra * eles *.

Essas palavras não saem da minha cabeça, assim como na minha cabeça de adulto, não era nada de mais, era apenas uma pergunta fofa e engraçadinha da minha filha. Foi aí que me dei conta dos meus 556 posts publicados: quanto de tudo aquilo poderia despertar a braveza dos meus filhos? Fazê-los com que se sentissem expostos para um bando de desconhecidos?

Se antes eles eram bebezinhos e faziam um monte de gracinhas fofas de contar para o mundo, agora são pessoinhas, que atingiram uma nova fase de vida, com outras questões. Não digo problemas, mas aspectos mais profundos e mais reflexivos. É isso o que a maternidade adquiriu: profundidade e reflexão. É lógico que esses aspectos sempre existiram, mas muito mais em relação a mim como mãe. Mas hoje também enxergo neles essas características.

Manuela é a grande inauguradora de fases, mas puxa junto os seus irmãos gêmeos mais novos e isso me dá a maior trabalheira. Trocar fralda e administrar a rotina de 3 bebês sempre foi exaustivo e trabalhoso, mas fazer esse gerenciamento de recursos mini-humanos também me consome. Desculpem se o tom é negativo, o sentido dessa nova fase da maternidade não é esse, trata-se apenas do reconhecimento de que os bebês desapareceram, eu tenho “pessoas de verdade” em casa. São seres humanos incríveis, bacanas até o último fio de cabelo, mas sinto que precisam de uma certa preservação. Ou seja, não me sinto à vontade para expor as “grandes questões” do momento. Só isso. Não é o fim do blog, apenas um blog com filtro a mais, porque “Ei, Mamãe, não era para falar isso pra eles” me doeu profundamente.

(E como todas as fases da maternidade, me avisaram que esse dia chegaria. E como todas as fases da maternidade, eu nunca imaginei que chegaria tão cedo.)

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A campanha para um cachorro, ou a hashtag #manuelajoaquimepedromerecemganharumcachorronessapascoa

Eu me lembro de ter afirmado categoricamente (e muito mais de uma vez!!) que seria mais fácil eu ter outro filho do que ter algum bicho de estimação em casa, gato ou cachorro. Também me lembro, aos 6 anos de idade, do dia em que os meus pais se separaram.

Pouco tempo depois do meu pai ter saído de casa, vejam só: ele nos compensou presenteou com um cachorro. Era um cocker spaniel pretinho, coisa mais linda do mundo. Tinha as orelhas compridas, maiores do que tudo e que precisavam ser amarradas na hora de comer, senão ficavam imundas de comida! A coisa mais linda do mundo foi batizada com o nome que seria o meu, caso eu nascesse menino: Bernardo (desculpaí, Bernardos não caninos…).

É lógico que a minha mãe estava de acordo com o presente dado pelo meu pai, afinal imagino que ambos quisessem nos compensar presentear. Mas o presente durou pouco, acho que uns 3 meses, e logo foi doado por motivo de bagunça, sujeira, barulho e todas as outras coisas que só um cocker bebê é capaz de causar.

Continuando no modo compensação, saiu Bernardo e entrou um cachorro de pelúcia para cada uma das filhas. Fofo, é claro, mas, né?! Sobre a pelúcia, tá guardada no fundo de algum maleiro aqui de casa, sobre o Bernardo, nunca soube.

Passado esse trauma momento da minha vida, tive mais 2 cachorros durante a minha adolescência. Um, pequeno e peludo, na casa da minha mãe. Outro, grandão e de pelo curto, na casa do meu pai. Confesso que nunca consegui me afeiçoar a eles como era o esperado. Ou como era com o Bernardo.

*****

Outro dia, em uma sexta-feira à tarde, fiz uma pausa para um cafezinho e engatei numa conversa com a fofa e querida que trabalha aqui em casa. Não sei como a conversa rolou, até que ela me disse:

- Dona Camila, a senhora precisa dar um cachorro para as crianças!

A minha cara de espanto não a impediu de continuar defendendo a tal sugestão: falou sobre como cuidar, limpar, passear, educar o bichinho, se ofereceu para ajudar com absolutamente tudo, inclusive para ficar com o cachorro caso eu precise sair ou queira viajar. Rolou café, lanchinho, sobremesa e a conversa mais improvável da minha vida terminou com a idéia fixa de dar um cachorrinho para as crianças. Como estávamos indo viajar naquela noite, pensei em aproveitar as 2 horas de viagem para convencer o Maridinho.

Obs: a conversa foi absolutamente imparcial, ou vocês acham importante considerar o fato da fofa e querida estar grávida e inundada de hormônios gravídicos enlouquecedores? Ou seria uma crise de abstinência, já que eu, orgulhosamente, havia parado de tomar Coca-Cola há poucos dias?

Enfim, entrei no carro, esperei as crianças capotarem e comuniquei:

- A gente precisa ter uma conversa séria.

Maridinho deve ter tremido da cabeça aos pés, já que as minhas conversas sérias costumam ser piores do que as minhas TPMs.

- Fala, Camila.

(Ele não é fofo??)

Fui direto ao ponto:

- Acho que a gente devia dar um cachorrinho para as crianças…

A resposta veio através de uma longa e alta gargalhada, para em seguida confirmar:

- NÃO!

Maridinho elaborou uma lista com mais de uma dúzia de motivos para NÃO darmos um cachorrinho para as crianças. Mas esboçou um sorrisinho de canto de boca quando eu contei que havia imaginado a cena das crianças ganhando o cachorrinho (que até nome já tem!). Imaginei que o Coelho da Páscoa não traria ovo de chocolate esse ano, mas deixaria uma cestinha com um cachorrinho. Não seria lindo? Cer-te-za de que o Maridinho também curtiu a idéia.

*****

Então, o negócio é o seguinte: eu não tenho lá grande repertório “cachorrístico” para convencer o cara  e acho que a união faz a força. Vocês me ajudam? Deixem aí nos comentários dicas e sugestões de raças de cachorro para ter em um apartamento com 3 crianças e carpete claro (ui!). Novamente, reforcem aquela parte toda do cuidar, educar, limpar, não deixar destruir, morder sapatos e comer os pés das cadeiras da sala de jantar. Podem sugerir adoção também, curto bastante essa idéia! Só não sugiram comprar o cachorro escondido e levar para casa, apostando que isso vai amolecer o coração do meu Marido, não funciona e dá divórcio! Menos ainda mandar cachorro de presente, hein?! Ah, e é lógico, quem tiver exemplos da coisa linda que é a relação entre as crianças e seus bichinhos de estimação, me contem e me façam chorar!

(Ou, fiquem à vontade para dizer que eu realmente estou louca e sofrendo de abstinência de Coca-Cola.)

Grata, gratíssima!!!

Quem merece ganhar um cachorro levanta a mão!!!

Quem merece ganhar um cachorro levanta a mão!!!

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AS MUDANÇAS POSSÍVEIS

Vejam vocês que hoje é o aniversário de 3 anos deste blog que vos fala e eu só fui me dar conta da data ontem à tarde. Não tem bolo, não tem sorteio, não tem concurso, mas tem história para contar.

Querem ouvir?

Do último ano pra cá, sinto uma super mudança no meu perfil de blogueira e nos meus interesses, coisas que estão diretamente relacionadas ao perfil da minha maternidade. Quer dizer, as crianças cresceram, as dúvidas e as dificuldades mudam. Não fica mais fácil, mas parece mais leve e maduro. Já não procuro dicas de desfralde noturno Google afora, nem de como tirar a chupeta, mas perguntei para Deus e o mundo quanto de dinheiro a Fadinha do Dente traz para uma criança.

Sendo assim, passei a dedicar certo tempo para o fútil maravilhoso mundo dos blogs de moda e beleza. Não, eu nunca vou me equilibrar em saltos altíssimos, mas já dá tempo de fazer uma hidratação e caprichar na maquiagem. Ou mesmo abandonar as calças de plush e abusar dos vestidinhos sem a preocupação do abaixa-e-levanta que as crianças pequenas exigem de suas mães e muito menos correr o risco do seu próprio filho levantar a sua saia e garantir um mico eternizado naquela festinha.

Enfim, da moda e beleza, para a saúde e o bem-estar, foi um pulo! Aí é que está a mudança e a minha maior comemoração.

Eu passava boas horas sentada no clube acompanhando de perto as atividades dos meus filhos. Tudo fofo, lindo, registrado e narrado com riqueza de detalhes para a família toda. No entanto, percebi que ninguém precisa passar a manhã achatando a bunda (desculpem o meu francês) nos bancos de uma arquibancada dura. Ué, porque não aproveitar esse tempo para me mexer e me exercitar? É o que eu tenho feito, cheia de ânimo, energia e na companhia de outras mães do clube que também ficavam sentadas e batendo papo. Bater papo é muito bom, gente, adoro, mas queimar calorias tem um sabor inenarrável!

Então, incluí a corrida e as aulas de dança (Zumba, Brasil!!) na minha rotina. Além disso, achei que precisava eliminar os maus hábitos da minha vida: cortei de uma vez por todas o refrigerante. Quem me conhece, sabe o que isso significa. Afinal, como faz para tomar café da manhã sem Coca-Cola? (Vejam o nível…). Mas cortei pela raiz. Se eu sinto falta? Muita! Todos os dias! Mas o sucesso pela conquista de um objetivo também produz um efeito incrível de força de vontade, dedicação e orgulho próprio.

Daí, parti para o check up e as coisas não se mostraram tão bonitas assim: colesterol alto e uma suspeita de intolerância à lactose. Pensem vocês na dieta e sejam solidárias à tristeza que é essa restrição alimentar…

Nada disso me abalou, ao contrário, me fez correr atrás do que falta e do meu atual e maior objetivo de vida: a saúde. Para mim e para a minha família. Eu quero e preciso estar bem para cuidar deles, a gente planta uma sementinha hoje e colhe amanhã, não é assim que dizem?

A vida mudou, a família toda acompanhou e aprovou as mudanças. É divertido experimentar sucos naturais diferentes a cada dia. Dá orgulho ver um filho comemorando a salada de alface do almoço. E vê-los pedindo para repetir o arroz integral?

A vida está menos doce e gordurosa, mas tem mostrado novos sabores possíveis.

Eu agradeço a cada blogueira, materna ou não, que postou uma receitinha light, que tirou foto na academia às 6 da manhã, que compartilhou opções saudáveis para as lancheiras das crianças, que traduziu os mistérios dos rótulos e valores nutricionais dos produtos comprados nos supermercados e por todas que foram aos pouquinhos me mostrando novos caminhos. A inspiração e a motivação também são sementinhas.

O brinde é a vocês!

Muito obrigada! A família agradece!

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Como lidar: PÁSCOA??

Eu estava planejando uma Páscoa fofinha e com pouco chocolate. Pensei que o Coelhinho (sim, ele existe e passa aqui na nossa casa!!) pudesse trazer uns ovinhos pequenos ou bolachinhas para as crianças decorarem e se divertirem. A idéia era de diversão, não de comilança. Quer dizer, comilança sempre rola, já que um ganha um ovo daqui, outro dali, vai ganhando, vai somando e, de repente, parece que a fábrica do Coelho da Páscoa instalou-se em casa! Não é uma proibição de chocolate, acho inevitável nessa idade dos meus filhos, é apenas uma moderação.

Só que, num domingo qualquer, você precisa de uma coisa ou outra do supermercado e acaba dando um pulinho junto com as crianças. Juro que evito esse “programa” nessa época do ano, quando não se enxerga nada do que realmente precisa, mas apenas os papéis coloridos e brilhantes dos ovos de Páscoa. Nessas horas é difícil até fazer um filho andar em linha reta e olhando pra frente, eles saem feito baratas-tontas olhando praquele monte de ovo pendurado no teto.

Saí vitoriosa do supermercado, comprei exatamente e apenas o que estava na minha lista, porém voltei com uma lista de pedidos para o Coelhinho… Logicamente, os pedidos tratam de ovos de chocolate de qualidade mediana (acho que tô sendo boazinha) e que vêm com brinquedos de qualidade abaixo da crítica.

Novamente, eu queria uma Páscoa com chocolate gostoso, de qualidade e com diversão em família para uma data que nos é importante.

Mas daí, penso na vontade e no desejo das crianças, na possibilidade de ceder a um apelo que geralmente não cedemos e… fico na dúvida! Como lidar?

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RESULTADO SORTEIO CASINHA DO HEITOR

É uma verdadeira alegria anunciar o resultado de um sorteio de algo tão bacana como a Casinha do Heitor. Foi um sucesso, gente! Por outro lado, tanta gente participou, foram 168 inscrições válidas, fiquei muito, muito feliz, mas só posso dar uma Casinha… De qualquer forma, obrigada a todos os participantes e, aqueles que não ganharam, receberam um email com o código de desconto para a compra da Casinha através do site. Prêmio de consolação, ok?!

Vamos lá, sem complicações:

foto(37)foto(38)Parabéns, Daniele Macedo!! Curta e aproveite muito a sua Casinha do Heitor! Você vai receber um email solicitando o seu endereço e receberá em casa o prêmio.

Os outros participantes também receberão um email com o código de desconto para a compra da casinha.

Muito, muito obrigada a todos!

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Amiga Indica: TiTéTiS

Eu sempre achei que enlouqueceria e ficaria pobre, pobre, pobre de tanto comprar roupas para os meus filhos. Além de ter 3 filhos que crescem a cada semana, sempre fui meio “gastona” e “consumista” assumida. Pois não é que a maternidade veio com força total e até arruinou esse meu lado? Quer dizer, é lógico que eu gasto dinheiro comprando roupas para os meus filhos, porém tenho sido extremamente criteriosa e seletiva na hora de comprar.

Entendo que uma roupinha infantil deve ter preço justo e qualidade na medida em que servirão para as crianças. Vale investir em um tênis que será usado diariamente na escola. Ele tem que ter qualidade para aguentar todos os passinhos, pulos e corridas de uma criança. Mas me lembro de precisar comprar uma camisa xadrez para a festa junina da Manu e imaginei que ela não usaria aquela peça muitas outras vezes. Comprei uma baratinha e nem tããããooo boa assim. Mas fiquei satisfeita.

As roupinhas mais arrumadinhas, para festinhas e ocasiões especiais acabam custando mais e acho que investir ou não é uma decisão pessoal da família. Mas o que eu acho complicado mesmo são as roupinhas do dia-a-dia. Tem que ter em boa quantidade. Porém, de tanto serem usadas, rasgam, furam, sujam, mancham e é aí que entra, para mim, a questão da qualidade x preço x tempo de uso.

Recebi de presente da fofa da Lú da TiTéTiS um casaquinho de plush para cada um dos meus filhos. Fiquei encantada com a qualidade, o bom gosto, o carinho e todos os detalhes. E ela me conquistou, afinal tem coisa mais prática e com cara de dia-a-dia do que um casaquinho de plush? Virei fã!! Fora que sou apoiadora master das mães empreendedoras, essa é uma causa que eu abraço mesmo!

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Para quem quiser saber mais, a própria Lú apresenta a TiTéTiS para vocês:

“TiTéTiS é uma confecção de roupas para bebês e crianças, que nasceu em outubro de 2012, mas as roupinhas já eram confeccionadas desde 1989, pela loja de uma grande amiga, mãe e empreendedora. Foi uma longa e feliz gestação, cercada do amor de diversas famílias consumidoras!

O resultado não poderia ser melhor, a TiTéTiS leva adiante um trabalho especial, com todo o afeto com o qual ele foi gerado. A marca ganhou uma nova mãe, novo nome, novas peças, nova forma de comercializar produtos, mas sem perder a qualidade que a fez chegar até aqui.

Nossa filosofia é carinho – presente na idealização dos modelos, na compra de tecidos e aviamentos, na maneira como as costureiras se dedicam ao atelier e, claro, na relação com as mães. Queremos que as consumidoras sintam este carinho, e vistam seus filhos com ele!

As compras são feitas através do site e podem ser enviadas para todo o Brasil. Porque também acreditamos que não tenha nada melhor do que receber carinho em casa…

Produzimos peças em Ribana Algodão e Ribana Poliviscose, além de Cotton, Plush e Moleton. Priorizamos peças básicas, que primam pelo conforto da criança: bodies, luvas, toucas, casacos, camisetas, cacharrel, calças, pantufas – tudo simples e confortável.

Uma curiosidade:

O nome TiTéTiS nasceu de um apelido carinhoso usado entre eu, meu marido, e minha filha. Todos “chicletes” uns com os outros, todos “titétis”. Quem tem filhos sabe: desde quando o bebê está na barriga, o carinho impera na rotina deliciosa do lar! A família passa a fazer tudo de uma forma muito mais delicada e afetuosa, a começar pela escolha do enxoval. É esse carinho que desejamos às crianças que vestem as peças da TiTéTiS sintam na pele; usando roupas básicas, práticas, lindas e confortáveis – confeccionadas para representar o colo de mãe! Acreditamos em um ‘vestir com carinho’! De verdade.”

Manuela, Joaquim e Pedro: charmosos e quentinhos de TiTéTiS:

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Esse post não é um publieditorial, é um “amiga indica”, ok?! Quem gostou pode conhecer a fanpage no Facebook e o blog da TiTéTiS.

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Os HDs

Semana passada houve uma pane no meu carro bem na hora de levar as crianças para a escola. Ele não ligava. Chamei um táxi e resolvi a questão crianças. Na volta, chamei o seguro e resolvi a questão carro. Vejam só: o carro não ligava, pois havia sido estacionado e desligado na marcha D (drive). O correto é na P (park). O moço da seguradora identificou e resolveu o problema em menos de 1 minuto. Fiquei com vergonha, pedi desculpas e agradeci muitíssimo.

No dia anterior, escovei os dentes da minha filha com Hipoglós e ela deu um escândalo como há muito tempo não se via.

Não sei dizer exatamente os tipos sanguíneos dos meus filhos. Sei que um deles tem o sangue idêntico ao meu, o outro idêntico ao do Maridinho e o de um deles é completamente diferente, inclusive, Rh negativo.

Na última doença que nos acometeu (4/5 da família doentes!), precisei botar todo mundo na balança para me certificar do peso e poder dar a dose certa de remédio. Nem perguntem altura dos meus filhos, não sei! Na ficha da escola da Manu, por exemplo, eu tinha colocado 96 cm de altura e, logo em seguida, constatei que ela tinha 1,05m! Como isso foi há quase um ano e meio e a menina não para de crescer, imagino que já tenha uns…?? Sei lá!

Tamanhos dos pés? Melhor olhar na sola do sapato em uso, de preferência o que vai e volta todos os dias da escola, para saber, pois eu não sei responder.

Preciso me concentrar muito para falar a placa do meu carro quando o deixo com um manobrista. Raciocínio longo e profundo. Calcular o dia do rodízio exige fórmulas matemáticas complexas, que eu, obviamente, não sei de cabeça (obrigada, Google, pela existência!).

Datas de aniversários e telefones importantes? Tudo guardadinho, agendado e programado para apitar e me avisar no celular, assim como todos os meus outros compromissos.

Sou do tipo que confere a lista de supermercado umas 10 vezes antes de passar a compra no caixa, buscando a certeza de ter pegado tudo. Sempre esqueço uns 6 itens e os ovos. Sempre.

Dia do Brinquedo, do livro, da fantasia e da troca de lanche das crianças? Dá para fazer uma pergunta mais fácil? Essa nem o Google me ajuda, gente!

Eu não sei se a culpa é da maternIDADE ou se é pura evolução humana e seleção natural das informações arquivadas no cérebro, no celular, nos documentos importantes e no Google, mas sei que já estive melhor nessa função memória e atenção. Procuro acreditar, com todas as minhas forças, que o imprescindível está preservado e o “descartável” tá mesmo por aí, quem liga?

Mas, na medida em que eu envelheço amadureço e evoluo como ser-humano-mãe, os meus filhos seguem os seus passos como mini-seres-humanos-crianças-pessoinhas. Todos os dias, logo após o “bom dia”, já perguntam:

- Mamãe, que dia da semana é hoje?

Eu digo o dia e eles já me passam o cronograma, se tem clube, natação, judô, ginástica olímpica, aula de inglês, fono, dia do brinquedo, do livro, da troca de lanche e etc.

O nome disso é HD externo, gadgetzinho indispensável para a (minha!) atualidade.

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