A campanha para um cachorro, ou a hashtag #manuelajoaquimepedromerecemganharumcachorronessapascoa

Eu me lembro de ter afirmado categoricamente (e muito mais de uma vez!!) que seria mais fácil eu ter outro filho do que ter algum bicho de estimação em casa, gato ou cachorro. Também me lembro, aos 6 anos de idade, do dia em que os meus pais se separaram.

Pouco tempo depois do meu pai ter saído de casa, vejam só: ele nos compensou presenteou com um cachorro. Era um cocker spaniel pretinho, coisa mais linda do mundo. Tinha as orelhas compridas, maiores do que tudo e que precisavam ser amarradas na hora de comer, senão ficavam imundas de comida! A coisa mais linda do mundo foi batizada com o nome que seria o meu, caso eu nascesse menino: Bernardo (desculpaí, Bernardos não caninos…).

É lógico que a minha mãe estava de acordo com o presente dado pelo meu pai, afinal imagino que ambos quisessem nos compensar presentear. Mas o presente durou pouco, acho que uns 3 meses, e logo foi doado por motivo de bagunça, sujeira, barulho e todas as outras coisas que só um cocker bebê é capaz de causar.

Continuando no modo compensação, saiu Bernardo e entrou um cachorro de pelúcia para cada uma das filhas. Fofo, é claro, mas, né?! Sobre a pelúcia, tá guardada no fundo de algum maleiro aqui de casa, sobre o Bernardo, nunca soube.

Passado esse trauma momento da minha vida, tive mais 2 cachorros durante a minha adolescência. Um, pequeno e peludo, na casa da minha mãe. Outro, grandão e de pelo curto, na casa do meu pai. Confesso que nunca consegui me afeiçoar a eles como era o esperado. Ou como era com o Bernardo.

*****

Outro dia, em uma sexta-feira à tarde, fiz uma pausa para um cafezinho e engatei numa conversa com a fofa e querida que trabalha aqui em casa. Não sei como a conversa rolou, até que ela me disse:

- Dona Camila, a senhora precisa dar um cachorro para as crianças!

A minha cara de espanto não a impediu de continuar defendendo a tal sugestão: falou sobre como cuidar, limpar, passear, educar o bichinho, se ofereceu para ajudar com absolutamente tudo, inclusive para ficar com o cachorro caso eu precise sair ou queira viajar. Rolou café, lanchinho, sobremesa e a conversa mais improvável da minha vida terminou com a idéia fixa de dar um cachorrinho para as crianças. Como estávamos indo viajar naquela noite, pensei em aproveitar as 2 horas de viagem para convencer o Maridinho.

Obs: a conversa foi absolutamente imparcial, ou vocês acham importante considerar o fato da fofa e querida estar grávida e inundada de hormônios gravídicos enlouquecedores? Ou seria uma crise de abstinência, já que eu, orgulhosamente, havia parado de tomar Coca-Cola há poucos dias?

Enfim, entrei no carro, esperei as crianças capotarem e comuniquei:

- A gente precisa ter uma conversa séria.

Maridinho deve ter tremido da cabeça aos pés, já que as minhas conversas sérias costumam ser piores do que as minhas TPMs.

- Fala, Camila.

(Ele não é fofo??)

Fui direto ao ponto:

- Acho que a gente devia dar um cachorrinho para as crianças…

A resposta veio através de uma longa e alta gargalhada, para em seguida confirmar:

- NÃO!

Maridinho elaborou uma lista com mais de uma dúzia de motivos para NÃO darmos um cachorrinho para as crianças. Mas esboçou um sorrisinho de canto de boca quando eu contei que havia imaginado a cena das crianças ganhando o cachorrinho (que até nome já tem!). Imaginei que o Coelho da Páscoa não traria ovo de chocolate esse ano, mas deixaria uma cestinha com um cachorrinho. Não seria lindo? Cer-te-za de que o Maridinho também curtiu a idéia.

*****

Então, o negócio é o seguinte: eu não tenho lá grande repertório “cachorrístico” para convencer o cara  e acho que a união faz a força. Vocês me ajudam? Deixem aí nos comentários dicas e sugestões de raças de cachorro para ter em um apartamento com 3 crianças e carpete claro (ui!). Novamente, reforcem aquela parte toda do cuidar, educar, limpar, não deixar destruir, morder sapatos e comer os pés das cadeiras da sala de jantar. Podem sugerir adoção também, curto bastante essa idéia! Só não sugiram comprar o cachorro escondido e levar para casa, apostando que isso vai amolecer o coração do meu Marido, não funciona e dá divórcio! Menos ainda mandar cachorro de presente, hein?! Ah, e é lógico, quem tiver exemplos da coisa linda que é a relação entre as crianças e seus bichinhos de estimação, me contem e me façam chorar!

(Ou, fiquem à vontade para dizer que eu realmente estou louca e sofrendo de abstinência de Coca-Cola.)

Grata, gratíssima!!!

Quem merece ganhar um cachorro levanta a mão!!!

Quem merece ganhar um cachorro levanta a mão!!!

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AS MUDANÇAS POSSÍVEIS

Vejam vocês que hoje é o aniversário de 3 anos deste blog que vos fala e eu só fui me dar conta da data ontem à tarde. Não tem bolo, não tem sorteio, não tem concurso, mas tem história para contar.

Querem ouvir?

Do último ano pra cá, sinto uma super mudança no meu perfil de blogueira e nos meus interesses, coisas que estão diretamente relacionadas ao perfil da minha maternidade. Quer dizer, as crianças cresceram, as dúvidas e as dificuldades mudam. Não fica mais fácil, mas parece mais leve e maduro. Já não procuro dicas de desfralde noturno Google afora, nem de como tirar a chupeta, mas perguntei para Deus e o mundo quanto de dinheiro a Fadinha do Dente traz para uma criança.

Sendo assim, passei a dedicar certo tempo para o fútil maravilhoso mundo dos blogs de moda e beleza. Não, eu nunca vou me equilibrar em saltos altíssimos, mas já dá tempo de fazer uma hidratação e caprichar na maquiagem. Ou mesmo abandonar as calças de plush e abusar dos vestidinhos sem a preocupação do abaixa-e-levanta que as crianças pequenas exigem de suas mães e muito menos correr o risco do seu próprio filho levantar a sua saia e garantir um mico eternizado naquela festinha.

Enfim, da moda e beleza, para a saúde e o bem-estar, foi um pulo! Aí é que está a mudança e a minha maior comemoração.

Eu passava boas horas sentada no clube acompanhando de perto as atividades dos meus filhos. Tudo fofo, lindo, registrado e narrado com riqueza de detalhes para a família toda. No entanto, percebi que ninguém precisa passar a manhã achatando a bunda (desculpem o meu francês) nos bancos de uma arquibancada dura. Ué, porque não aproveitar esse tempo para me mexer e me exercitar? É o que eu tenho feito, cheia de ânimo, energia e na companhia de outras mães do clube que também ficavam sentadas e batendo papo. Bater papo é muito bom, gente, adoro, mas queimar calorias tem um sabor inenarrável!

Então, incluí a corrida e as aulas de dança (Zumba, Brasil!!) na minha rotina. Além disso, achei que precisava eliminar os maus hábitos da minha vida: cortei de uma vez por todas o refrigerante. Quem me conhece, sabe o que isso significa. Afinal, como faz para tomar café da manhã sem Coca-Cola? (Vejam o nível…). Mas cortei pela raiz. Se eu sinto falta? Muita! Todos os dias! Mas o sucesso pela conquista de um objetivo também produz um efeito incrível de força de vontade, dedicação e orgulho próprio.

Daí, parti para o check up e as coisas não se mostraram tão bonitas assim: colesterol alto e uma suspeita de intolerância à lactose. Pensem vocês na dieta e sejam solidárias à tristeza que é essa restrição alimentar…

Nada disso me abalou, ao contrário, me fez correr atrás do que falta e do meu atual e maior objetivo de vida: a saúde. Para mim e para a minha família. Eu quero e preciso estar bem para cuidar deles, a gente planta uma sementinha hoje e colhe amanhã, não é assim que dizem?

A vida mudou, a família toda acompanhou e aprovou as mudanças. É divertido experimentar sucos naturais diferentes a cada dia. Dá orgulho ver um filho comemorando a salada de alface do almoço. E vê-los pedindo para repetir o arroz integral?

A vida está menos doce e gordurosa, mas tem mostrado novos sabores possíveis.

Eu agradeço a cada blogueira, materna ou não, que postou uma receitinha light, que tirou foto na academia às 6 da manhã, que compartilhou opções saudáveis para as lancheiras das crianças, que traduziu os mistérios dos rótulos e valores nutricionais dos produtos comprados nos supermercados e por todas que foram aos pouquinhos me mostrando novos caminhos. A inspiração e a motivação também são sementinhas.

O brinde é a vocês!

Muito obrigada! A família agradece!

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Como lidar: PÁSCOA??

Eu estava planejando uma Páscoa fofinha e com pouco chocolate. Pensei que o Coelhinho (sim, ele existe e passa aqui na nossa casa!!) pudesse trazer uns ovinhos pequenos ou bolachinhas para as crianças decorarem e se divertirem. A idéia era de diversão, não de comilança. Quer dizer, comilança sempre rola, já que um ganha um ovo daqui, outro dali, vai ganhando, vai somando e, de repente, parece que a fábrica do Coelho da Páscoa instalou-se em casa! Não é uma proibição de chocolate, acho inevitável nessa idade dos meus filhos, é apenas uma moderação.

Só que, num domingo qualquer, você precisa de uma coisa ou outra do supermercado e acaba dando um pulinho junto com as crianças. Juro que evito esse “programa” nessa época do ano, quando não se enxerga nada do que realmente precisa, mas apenas os papéis coloridos e brilhantes dos ovos de Páscoa. Nessas horas é difícil até fazer um filho andar em linha reta e olhando pra frente, eles saem feito baratas-tontas olhando praquele monte de ovo pendurado no teto.

Saí vitoriosa do supermercado, comprei exatamente e apenas o que estava na minha lista, porém voltei com uma lista de pedidos para o Coelhinho… Logicamente, os pedidos tratam de ovos de chocolate de qualidade mediana (acho que tô sendo boazinha) e que vêm com brinquedos de qualidade abaixo da crítica.

Novamente, eu queria uma Páscoa com chocolate gostoso, de qualidade e com diversão em família para uma data que nos é importante.

Mas daí, penso na vontade e no desejo das crianças, na possibilidade de ceder a um apelo que geralmente não cedemos e… fico na dúvida! Como lidar?

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RESULTADO SORTEIO CASINHA DO HEITOR

É uma verdadeira alegria anunciar o resultado de um sorteio de algo tão bacana como a Casinha do Heitor. Foi um sucesso, gente! Por outro lado, tanta gente participou, foram 168 inscrições válidas, fiquei muito, muito feliz, mas só posso dar uma Casinha… De qualquer forma, obrigada a todos os participantes e, aqueles que não ganharam, receberam um email com o código de desconto para a compra da Casinha através do site. Prêmio de consolação, ok?!

Vamos lá, sem complicações:

foto(37)foto(38)Parabéns, Daniele Macedo!! Curta e aproveite muito a sua Casinha do Heitor! Você vai receber um email solicitando o seu endereço e receberá em casa o prêmio.

Os outros participantes também receberão um email com o código de desconto para a compra da casinha.

Muito, muito obrigada a todos!

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Amiga Indica: TiTéTiS

Eu sempre achei que enlouqueceria e ficaria pobre, pobre, pobre de tanto comprar roupas para os meus filhos. Além de ter 3 filhos que crescem a cada semana, sempre fui meio “gastona” e “consumista” assumida. Pois não é que a maternidade veio com força total e até arruinou esse meu lado? Quer dizer, é lógico que eu gasto dinheiro comprando roupas para os meus filhos, porém tenho sido extremamente criteriosa e seletiva na hora de comprar.

Entendo que uma roupinha infantil deve ter preço justo e qualidade na medida em que servirão para as crianças. Vale investir em um tênis que será usado diariamente na escola. Ele tem que ter qualidade para aguentar todos os passinhos, pulos e corridas de uma criança. Mas me lembro de precisar comprar uma camisa xadrez para a festa junina da Manu e imaginei que ela não usaria aquela peça muitas outras vezes. Comprei uma baratinha e nem tããããooo boa assim. Mas fiquei satisfeita.

As roupinhas mais arrumadinhas, para festinhas e ocasiões especiais acabam custando mais e acho que investir ou não é uma decisão pessoal da família. Mas o que eu acho complicado mesmo são as roupinhas do dia-a-dia. Tem que ter em boa quantidade. Porém, de tanto serem usadas, rasgam, furam, sujam, mancham e é aí que entra, para mim, a questão da qualidade x preço x tempo de uso.

Recebi de presente da fofa da Lú da TiTéTiS um casaquinho de plush para cada um dos meus filhos. Fiquei encantada com a qualidade, o bom gosto, o carinho e todos os detalhes. E ela me conquistou, afinal tem coisa mais prática e com cara de dia-a-dia do que um casaquinho de plush? Virei fã!! Fora que sou apoiadora master das mães empreendedoras, essa é uma causa que eu abraço mesmo!

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Para quem quiser saber mais, a própria Lú apresenta a TiTéTiS para vocês:

“TiTéTiS é uma confecção de roupas para bebês e crianças, que nasceu em outubro de 2012, mas as roupinhas já eram confeccionadas desde 1989, pela loja de uma grande amiga, mãe e empreendedora. Foi uma longa e feliz gestação, cercada do amor de diversas famílias consumidoras!

O resultado não poderia ser melhor, a TiTéTiS leva adiante um trabalho especial, com todo o afeto com o qual ele foi gerado. A marca ganhou uma nova mãe, novo nome, novas peças, nova forma de comercializar produtos, mas sem perder a qualidade que a fez chegar até aqui.

Nossa filosofia é carinho – presente na idealização dos modelos, na compra de tecidos e aviamentos, na maneira como as costureiras se dedicam ao atelier e, claro, na relação com as mães. Queremos que as consumidoras sintam este carinho, e vistam seus filhos com ele!

As compras são feitas através do site e podem ser enviadas para todo o Brasil. Porque também acreditamos que não tenha nada melhor do que receber carinho em casa…

Produzimos peças em Ribana Algodão e Ribana Poliviscose, além de Cotton, Plush e Moleton. Priorizamos peças básicas, que primam pelo conforto da criança: bodies, luvas, toucas, casacos, camisetas, cacharrel, calças, pantufas – tudo simples e confortável.

Uma curiosidade:

O nome TiTéTiS nasceu de um apelido carinhoso usado entre eu, meu marido, e minha filha. Todos “chicletes” uns com os outros, todos “titétis”. Quem tem filhos sabe: desde quando o bebê está na barriga, o carinho impera na rotina deliciosa do lar! A família passa a fazer tudo de uma forma muito mais delicada e afetuosa, a começar pela escolha do enxoval. É esse carinho que desejamos às crianças que vestem as peças da TiTéTiS sintam na pele; usando roupas básicas, práticas, lindas e confortáveis – confeccionadas para representar o colo de mãe! Acreditamos em um ‘vestir com carinho’! De verdade.”

Manuela, Joaquim e Pedro: charmosos e quentinhos de TiTéTiS:

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Esse post não é um publieditorial, é um “amiga indica”, ok?! Quem gostou pode conhecer a fanpage no Facebook e o blog da TiTéTiS.

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Os HDs

Semana passada houve uma pane no meu carro bem na hora de levar as crianças para a escola. Ele não ligava. Chamei um táxi e resolvi a questão crianças. Na volta, chamei o seguro e resolvi a questão carro. Vejam só: o carro não ligava, pois havia sido estacionado e desligado na marcha D (drive). O correto é na P (park). O moço da seguradora identificou e resolveu o problema em menos de 1 minuto. Fiquei com vergonha, pedi desculpas e agradeci muitíssimo.

No dia anterior, escovei os dentes da minha filha com Hipoglós e ela deu um escândalo como há muito tempo não se via.

Não sei dizer exatamente os tipos sanguíneos dos meus filhos. Sei que um deles tem o sangue idêntico ao meu, o outro idêntico ao do Maridinho e o de um deles é completamente diferente, inclusive, Rh negativo.

Na última doença que nos acometeu (4/5 da família doentes!), precisei botar todo mundo na balança para me certificar do peso e poder dar a dose certa de remédio. Nem perguntem altura dos meus filhos, não sei! Na ficha da escola da Manu, por exemplo, eu tinha colocado 96 cm de altura e, logo em seguida, constatei que ela tinha 1,05m! Como isso foi há quase um ano e meio e a menina não para de crescer, imagino que já tenha uns…?? Sei lá!

Tamanhos dos pés? Melhor olhar na sola do sapato em uso, de preferência o que vai e volta todos os dias da escola, para saber, pois eu não sei responder.

Preciso me concentrar muito para falar a placa do meu carro quando o deixo com um manobrista. Raciocínio longo e profundo. Calcular o dia do rodízio exige fórmulas matemáticas complexas, que eu, obviamente, não sei de cabeça (obrigada, Google, pela existência!).

Datas de aniversários e telefones importantes? Tudo guardadinho, agendado e programado para apitar e me avisar no celular, assim como todos os meus outros compromissos.

Sou do tipo que confere a lista de supermercado umas 10 vezes antes de passar a compra no caixa, buscando a certeza de ter pegado tudo. Sempre esqueço uns 6 itens e os ovos. Sempre.

Dia do Brinquedo, do livro, da fantasia e da troca de lanche das crianças? Dá para fazer uma pergunta mais fácil? Essa nem o Google me ajuda, gente!

Eu não sei se a culpa é da maternIDADE ou se é pura evolução humana e seleção natural das informações arquivadas no cérebro, no celular, nos documentos importantes e no Google, mas sei que já estive melhor nessa função memória e atenção. Procuro acreditar, com todas as minhas forças, que o imprescindível está preservado e o “descartável” tá mesmo por aí, quem liga?

Mas, na medida em que eu envelheço amadureço e evoluo como ser-humano-mãe, os meus filhos seguem os seus passos como mini-seres-humanos-crianças-pessoinhas. Todos os dias, logo após o “bom dia”, já perguntam:

- Mamãe, que dia da semana é hoje?

Eu digo o dia e eles já me passam o cronograma, se tem clube, natação, judô, ginástica olímpica, aula de inglês, fono, dia do brinquedo, do livro, da troca de lanche e etc.

O nome disso é HD externo, gadgetzinho indispensável para a (minha!) atualidade.

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AMIGA INDICA: CRIS CURY

Eu sou alucinada por fotos e porta-retratos, vivo acrescentando um ou outro, troco fotos de acordo com a idade das crianças, faço álbuns e adoro presentear pessoas queridas com fotos também. Não é nada fácil manter tudo atualizado e organizado, mas me esforço ao máximo, pois amo de paixão todos esses registros. Sou daquelas que admira as fotos, vejo e revejo álbuns, uma delícia!

No final do ano passado, na maior dúvida sobre um presente de Natal para a minha mãe, pensei um monte e quis dar uma coisa que eu tinha certeza de que seria um sucesso: álbum de fotos das crianças! Optei por um álbum bem bacana – tipo fotolivro, sabem? -  e que contasse a história de vida das crianças.

Para essa missão, chamei a Cris Cury, a nossa querida Cris. Ela tem a maior experiência em estúdios fotográficos e agora trabalha com diagramação de álbuns e tratamento de imagens. Além de ser um super talento, ela AMA crianças, então o trabalho da Cris é feito com um carinho muito especial.

O procedimento foi simples: enviei as fotos escolhidas por mim, ela tratou, diagramou e me mandou as provas em pdf. Fiz algumas mudanças, aprovei e recebi em casa o álbum mais lindo do mundo, que foi realmente um presentão para a minha mãe! O álbum é daquele tipo que a gente pode exibir na mesa de centro da sala, sabe?! Fica lindo, todo mundo quer ver e fica babando depois de tanta fofura e lindeza vistas nas páginas! Vejam só o resultado:

foto(35)foto(36)

Eu amei e fiquei tão satisfeita que encomendei mais um álbum recentemente. Queria um registro especial da nossa viagem para a Disney. A viagem foi tão incrível que merecia um álbum à altura. O procedimento foi o mesmo e o resultado me surpreendeu! O álbum está na nossa mesa de centro e vive passando pelas mãos de quem vem nos visitar, sucesso absoluto! Vejam só:

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Seguinte: esse post não é um publieditorial, é dica de amiga, recomendo muitíssimo a Cris!

Para quem se interessar:

logo 1Cris Cury

Telefone: 999394089

Email: cristiana.cury@gmail.com

 

 

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O feedback do cachorro e a outra campanha

Eu jamais imaginaria que um post sobre a possibilidade de dar um cachorrinho para as crianças repercutiria tanto. Agradeço imensamente por todos os comentários, as dicas e a ajuda em geral. Vocês são o máximo! E me sinto na obrigação de dar um feedback sobre esse assunto.

Na data da publicação do post, Maridinho estava viajando a trabalho, passou 3 dias fora e, quando voltou, além de ter que matar as saudades, tinha um mooonte de comentários para ler. Muito se falou na companhia que os cachorros fazem, no carinho e na relação que estabelecem com as crianças. Tudo lindo, mas, na maioria das vezes, vinha o tal “porém”: “olha, cachorro dá muito trabalho e etc.”. E foi a isso que ele se ateve e comentou comigo:

- Você viu só o que todo mundo disse? De como os cachorros dão trabalho, apesar de todo o resto.

Até ouvi uma conversa entre ele e a Manu:

- Papai, porque você não deixa a gente ter um cachorrinho?

O cara foi categórico e não se sensibilizou:

- Filha, o que você prefere ter em casa: um cachorro ou o Papai?

Ela escolheu o pai e a conversa terminou por aí.

Mas, não pensem vocês que ele é um cara insensível, nada disso. O detalhe que eu não mencionei é que ele tem feito uma campanha nada secreta para o nosso quarto filho. Incrível a sintonia do casal: um quer cachorro, o outro quer filho…

Não pensem vocês também que ele tem algum problema mais comprometedor. Ele nunca foi reprovado nos psicotécnicos da vida, avaliações psiquiátricas ou psicológicas. Maridinho é apenas uma pessoa que gosta de trabalhar nos limites dos nossos recursos estruturais, financeiros, físicos, emocionais e nasceu para ver o fenômeno da multiplicação dos pães do amor. Bonito isso, né?! Mais bonito seria se eu não tivesse aposentado as minhas lentes cor-de-rosa da maternidade, ou se as usasse com mais frequência, para ser sincera.

A maternidade é linda e às vezes cor-de-rosa, tudo aquilo que a gente vê e dá o “like” de coraçãozinho no Instagram (@camiladuartegarcia). Porém, … melhor nem começar com o porém, não acham?

Eu tenho uma vontade absurda de completar a família com mais um filho, mas, mas, mas…

A verdade é que eu custei a chegar até onde cheguei hoje com as crianças. As idades tão próximas quase me enlouqueceram no início, mas hoje enxergo isso como uma grande vantagem: interesses e atividades semelhantes. Isso me livra da culpa de ter que me “dividir” em três, assim como a atenção partida e cronometrada, pois é possível fazer tudo com os 3 ao mesmo tempo. Pode parecer bobagem, mas não tem preço. E a gente sabe que um bebezinho chegaria para “desestruturar” tudo isso (desculpa por falar assim, babyzinho!).

Nada contra a desestruturação que os bebês causam, pois eu sei o valor de um sorriso banguela e careca, mas como ficariam Manu, Joaquim e Pedro diante de uma mãe com um bebê? Eu me sinto exatamente com as mesmas aflições de uma mãe na dúvida entre ter ou não o segundo filho.

As crianças sabem de todos os nossos projetos e campanhas. Se eles querem um cachorro? “Sim! Sim! Oba! A gente quer! Pode ser hoje?”. E sobre um irmãozinho/irmãzinha, a resposta é um reticente, quase inaudível “sim…” de nariz torcido.

E eu vou vivendo assim, em cima do muro e agarrada à pureza da resposta das crianças.

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